Archive

Archive for the ‘Idéias’ Category

O briefing limita?

March 13th, 2010 No comments

Imagine a situação, você chega na padaria e pede seis pães. O vendedor olha pra sua cara e diz, “não, você precisa de 8! Melhor, você não quer pães, você quer ovos!”. Absurdo não?

Agora imagine que você vai atender a necessidade de um cliente de sua agência, ele pede um site e você entrega uma ação extremamente onerosa, com ótimo (provável) resultado. Você já viu isso acontecer, não?

Algumas vezes as agências deixam de atender a necessidade de um cliente para atender sua própria necessidade, seja um portfolio mais amplo, experimentar nova tecnologia, ou simplesmente mostrar que sabe fazer determinada coisa.

Quando você chega a um médico reclamando de dor nas costas, ele vai estudar a situação, fazer exames e por fim, te dar sugestões das saídas possíveis e a mais recomendada para sua situação. Ele pode te recomendar fisioterapia, uma cirurgia, uma infinidade de coisas, mas no final, a decisão é sua. Se essa recomendação for muito distante do que você imagina, provavelmente você buscará outras opiniões.

Clientes tendem a vir com ideias prontas, em geral muito ruins, e cabe as agências conversar e recomendar o mais indicado, porém, há situações em que isso simplesmente não cabe. Por exemplo, digamos que a agência que detém a conta da padaria citada lá no começo receba um pedido, o dono que fazer um trabalho de mídias sociais, mesmo sem detalhes, isso soa absurdo. Pra que diabos uma padaria iria querer fazer um trabalho de mídias sociais? Então a agência sugere que no lugar disso, seja feito um trabalho diferente, uma divulgação mais localizada e por fim, com argumentos bem sólidos, seria possível convencê-los que é a melhor opção.

Agora veja a diferença, o tal médico resolve contratar uma agência e cria uma concorrência, parte dela é descrever um sistema para agendamento de consultas online. Eis que uma das concorrentes resolve apresentar um belo projeto de mídia online, só isso. Obviamente, isso não satisfaz o médico, não faz parte do planejado e no mínimo ele vai achar que as pessoas dessa agência não sabem ler.

Existe uma ampla diferença entre “o cliente não sabe o que quer” e “ele não conhece suas necessidades”. Não acho que um briefing deve limitar a criação, mas ignorá-lo, certamente não ajuda em nada.

Categories: Idéias, Mercado, Work Tags: , ,

Respondendo ao analytics – Parte II

February 2nd, 2010 No comments

Quais as classes necessarias para trabalhar com 3d e tweens no flash cs3?
A princípio você pode usar qualquer uma dessas: Tweener, Greensock Tweening Plataform, Gtween ou qualquer uma outra.

Tô com dois freelas
Isso é ótimo, me manda um! :)

Carregar imagens no centro stage as3

img.x   = (stage.stageWidth - img.width) * .5
img.x   = (stage.stageHeight - img.height) * .5

Como criar um adobe user group?
Se você quer montar um User Group da Adobe, aqui está o link. Mas aviso, eu não recomendo.

Como limpar bitmap em as3?
seuBitmap.dispose();

Ideias para integração no trabalho
Cerveja. Cerveja (ou qualquer outra bebida alcoolica) é a melhor forma de integrar a equipe. Daí tudo fica mais fácil.

O que fazer quando você não recebe pagamento de freela?
Existem várias formas de lidar com isso. Não entregar o código fonte é uma das saídas mais comuns, mas o que eu recomendo de verdade é conversar com a empresa. Certamente eles não estão fazendo isso de sacanagem, então, é mais fácil entrar num acordo que tomar uma medida extrema. Em todo caso, vale sempre ter um contrato (que ninguém nunca faz).

Problemas e erros em projetos
Todo projeto tem erros e problemas, eu escrevi sobre isso, aqui.

Quando o freelance atrapalha os trabalhos da empresa
Dispense este e arrume outro em quem você confia. Mas antes, verifique se ele realmente está atrapalhando o trabalho ou se é um problema de fluxo de informação/aprovação/desenvolvimento.

Pai do mozart petter
Essa foi a mais bizarra. Infelizmente não sei nada sobre o pai do Mozart, mas sei que o Mozart é um ótimo programador, serve?

Categories: ActionScript, Idéias, Mercado Tags:

Meus 2 centavos sobre o Ipad

January 27th, 2010 2 comments

Depois de ver e ouvir comentários apaixonados e revoltados sobre o IPad, cheguei a conclusão que 140 caracteres não seriam suficientes para expressar minha opinião sobre o produto. Claro, se trata de especulação, como a opinião de todos, afinal, ninguém ainda teve a oportunidade de testar, tocar no tal produto.

Depois de ouvir “Esse troço vai revolucionar”, a primeira coisa que pude pensar foi, NÃO! O IPad não vai revolucionar nada. Sem Multitasking, sem abertura para o Flash Player e, claro, com o custo de US$499 + US$130 se você quiser conexão 3G se torna meio inviável a popularização, digo isso relacionado a realidade brasileira. Além disso, se alguém puder me explicar como um IPod tamanho XG pode revolucionar… eu agradeceria muito. Eu poderia colocar todas as minhas músicas nele? Posso jogar  games online ou poker pt.partypoker.com nele? O que há de tão incrível nisso? As pessoas falam tanto sobre isso que algumas vezes é difícil saber o que é verdade e o que é exagero.

Outra frase interessante foi, uma piada claro, “você vai falir, ele não aceita o Flash”. Ok, pra inicio de conversa, “Ah meu deus, o Ipad não lê flash!”(assim como o Iphone e Ipod), logo eu vou poder exibir meu conteúdo Flash em todos os outros dispositivos móveis? É, tenho um problema.

Vale lembrar também, que o Flash CS5 permite a compilação de arquivos IPA, ou seja, arquivos para IPod e IPhone, além disso, por favor, né? Aprender outra linguagem não é nada tão sofrível.

Em resumo, acho legal o lançamento, entendo a comoção em torno disso e o peso de algo apresentado pelo Steve Jobs, mas não, isso não vai impactar de maneira absurda como o IPod e IPhone fizeram. Sim, vai ser legal poder ver um vídeo num tamanho que você consiga ler a legenda se precisar, vai ser legal navegar ou ler um ebook num tamanho honesto, mas… e daí?

Realmente espero estar errado, mas sou cético quanto a toda essa revolução.

Update:

Categories: Idéias, Mercado, Review Tags:

Flash Camp – Mini Ignite

December 22nd, 2009 No comments

O Flash Camp Brasil abre espaço para suas idéias. Pode ser aquele projeto que você guarda na gaveta há anos ou mesmo esse que está surgindo na sua cabeça agora. O importante é trazer suas idéias ao conhecimento do público, compartilhar, discutir e ver o que sai daí.

Dia 16, das 11h às 12h15, o painel Mini Ignite vai dar a palavra para os interessados. Cada um terá 3 MINUTOS para se apresentar, apresentar seu projeto, contar sua história, enfim, vender seu peixe. No final, a melhor participação escolhida pelo publico presente, leva um pacote WEB PREMIUM CS4 na caixa. Além do reconhecimento do mercado e, quem sabe, até novos apoiadores para seu projeto.

Para participar basta se pré-inscrever aqui. As inscrições serão confirmadas dia 15, portanto antecipe-se e ajude a evitar atrasos no momento do painel.

A mesa será mediada por mim, e claro, fico muito grato pelo convite e confiança do Demian, organizador do evento.

Intercon 2009

November 9th, 2009 1 comment

Acho que estive em umas 4 edições do Intercon, no final das contas sempre me arrependia, mas achava que no ano seguinte seria melhor (os anos ímpares são sempre melhores), os problemas variavam entre palestrantes péssimos, ar-condicionado e wifi que não funcionavam, problemas de áudio e brilhantes idéias que geravam situações constrangedoras – quem não se lembra da palestra sobre o Oracle que foi feita pra ninguém?

Ao contrário do que eu imaginava, esse ano o nível das palestras subiu, poucos foram os nomes repetidos e no geral as apresentações foram ótimas. Claro, pra variar eu não sabia o programa do evento e fui descobrindo pela expectativa do @ptaranto, @dpaola, @anaerthal, @lucasferreira e @taismoura.

A maior parte do tempo fiquei lá na criação, apesar de ter achado a apresentação do pessoal da Colméia “meia boca” e “mais do mesmo”, ainda assim deu pra tirar alguma coisa de lá, e pelo menos não foi só jabá. Me amarro no trabalho dos caras (tem como ser diferente?) mas começa a cansar ver sempre as mesmas caras de lá nos eventos, parece uma “empresa de 1 só pessoa”, sei lá.

A apresentação do Fábio Sasso foi sensacional, em especial depois que ele conseguiu ficar mais nervoso que no começo e tornou as coisas mais espontâneas. Ótimas histórias, honestidade no máximo nível e uma consistência absurda (apesar d’eu, @anaerthal e @taismoura termos levantado a placa vermelha para a parte do “planeje menos e faça mais”).

O case da Taxi.Labs foi bacana e não ficou no mero jabá, foi realmente uma mostra do que foi feito, como, porque, qual o caminho…. sem aquele sentimento de “eu sou foda” e com muito sentimento de orgulho.

Pra mim, o show mesmo foi a palestra do Sérgio Mugnaini, simplesmente sensacional, surpreendente. Não se trata de ter um show, fazer piadinhas ou qualquer coisa do tipo, mas foi a única palestra – que eu vi – que teve profundidade, embasamento e que realmente me surpreendeu por trazer uma abordagem completamente diferente do que eu esperava.

O evento teve lá os seus problemas, alguns que até entendo, outros que não dá pra aceitar. Faltar água para os congressistas!? Deus do céu, não pode, né!?

Já o Wifi não funcionar bem… acho que já estamos todos acostumados com isso, não tá certo, mas estamos acostumados.

Algumas observações

Senhores, o Cazé Peçanha não inventou o Gengibre, digo, claro que é o responsável pela parada e tem seu crédito, mas o serviço – que ainda é oferecido por outra empresa – existia meses antes do Gengibre. É preciso compreender a diferença entre criar, inventar, descobrir, copiar e se inspirar.

A escola do futuro será exatamente como era a 100 anos atrás, talvez mais acessível, com mais computadores, mas e daí? O que importa é que as escolas recebem as crianças cada vez mais cedo e assim, quando chegam nas faculdades são cada vez mais imaturas e incapazes de criar suas próprias opiniões, isso é uma bosta. É necessário mudar a essência e não o ferramental.

Resultado

Definitivamente o Intercon está caminhando, seguindo em frente – mas ainda acho que precisam aprender a ouvir as críticas, ano passado foi muito feio a defesa que fizeram, estavam errados e ponto, era melhor aceitar. Esse ano o Evento valeu muito a pena, sem dúvida nenhuma!

Rock

Freela – Os dois lados da moeda [Parte II]

October 24th, 2009 2 comments

Há algum tempo abandonei a vida de freelancer e, a convite da Juice Comunicação, voltei a trabalhar dentro de uma agência. Foi uma enorme mudança, a responsabilidade é outra, a função é outra e ainda existe o processo de readaptação ao dia a dia da agência.

Um dos primeiros problemas que tive que resolver aqui era relacionado a freelancers, daí veio meu ponto de vista pelo lado da agência. Infelizmente não é uma visão pura, é uma visão que mescla a compreensão dos dois lados da moeda. Aqui descrevo a situação sob esse outro ponto de vista mesclado.

Eis a situação

Uma das vantagens de você trabalhar com um freelancer é a motivação. Se o cidadão tiver que virar noites por uma semana inteira, ok. Ele vai receber pra isso, fazer – relativamente – feliz e depois, acabou. Não é como um funcionário que você pede uma dedicação extra por 3 meses seguidos e o deixa revoltado.

Apesar do custo elevado, você não trava sua equipe, isso quer dizer que você pode distribuir trabalhos mais antigos/irritantes mandando-os pra fora da agência, melhorando assim o ritmo da equipe e ainda ter o problema resolvido antes que se torne algo mais grave. Só não tente fazer o oposto, mandar os trabalhos novos pra fora e manter os antigos em casa, VDM no nível máximo.

E mais!

Se você pagou um freelancer, por favor, não peça para sua equipe fazer ajustes no trabalho dele. É o trabalho dele!

Uma das piores coisas que você pode fazer é deixar rebarba de freelancer para sua equipe, e para minimizar as chances disso acontecer, o briefing precisa ser claro e direto.

Um ponto que parece bobo, mas que é uma falha comum é a falta de organização para receber e manter arquivos enviados pelos freelancers. Se você não tem uma estrutura que permita que o freelancer coloque os arquivos em seu servidor, ao menos configure um SVN e dê uma conta para ele, isso facilita tanto no acompanhamento do job quanto depois, na hora de achar aquele arquivo feito por sei lá quem, e que foi parar sei lá onde.

Em questões práticas, ter um freelancer de confiança é uma ótima alternativa, não só para resolver problemas emergênciais, mas também porque este tipo de profissional se oxigena o tempo todo, trafegando entre outras agências e topando com problemas que precisa solucionar de maneira rápida e efetiva, normalmente é trabalhado um aspecto que colabora no desenvolvimento e agrega um monte de informação que pode, por exemplo, em minutos resolver uma questão que você não consegue há semanas.

O freelancer é sempre um maldito, pelo menos no começo ou a qualquer momento que qualquer coisa – mesmo que fora do controle dele – dêem errado. No entanto seria justo pensar o que causa tanto problema com freelancers, seja um briefing vago, a falta de comunicação, lentidão do feedback ou a incompetência do cidadão mesmo.

Claro, há os estúpidos, também há a adaptação, alinhamento entre as formas de trabalhar, etc, no entanto, o que se vê normalmente é um briefing vazio, informações desencontradas e um processo de aprovação em 15 instâncias antes de chegar em quem, de fato, tem que aprovar.

Antes de contratar um freelancer é preciso lembrar que existe uma diferença de fuso entre agências e essas criaturas estranhas. Normalmente começam a trabalhar na hora em que você, contratante, está indo pra casa. Não adianta procurar o pobre coitado às 9 da manhã, ele vai ter acabado de ir pra cama! Se isso vai atrapalhar o seu projeto, é melhor pensar em outra alternativa, freela alocado, por exemplo.

Pra variar não existe uma resposta certa – contrate ou não um freelancer – existe uma conjunção de fatores que precisam ser avaliados, mas ajuda ter atenção com esses pontos.

Categories: Idéias, Mercado, Work Tags: ,

My thoughts on Flash CS5 and iPhone – By Keith Peters

October 14th, 2009 No comments

Eu normalmente não colocaria aqui um post de outra pessoa, mas esse em específico eu achei tão bom que vale a pena! Além disso, se trata de um tema importante e que provavelmente vai ser discutido bastante durante os próximos meses. Como eu estava me contendo para falar o que penso sobre isso, foi um grande alívio encontrar alguém que compartilhe em 100% minha opinão.

Destaco uma parte em especial:

There’s one thing that really concerned me after the announcement. It was the number of Flash developers in the community saying, “We are all now iPhone developers! Yay!” and “Whew! I don’t need to learn Objective-C now. I’m throwing away all my Objective-C books!” I still believe the bottom line is, if you are serious about developing for the iPhone, you must learn Objective-C. For God’s sake, it’s NOT THAT HARD! Be a professional. Learn a new language. If you are even moderately skilled with AS3, you will be able to pick up Objective-C inside a week. Yeah, the memory management stuff will probably continue to challenge you for a while – I’m still coming to terms with it – but in general, you can be up and running in Cocoa in no time.

O post completo do Keith Peters você encontra no blog dele: http://www.bit-101.com/blog/?p=2410

Categories: ActionScript, Idéias Tags:

Freela – Os dois lados da moeda [Parte I]

October 7th, 2009 No comments

Durante um ano e meio, entre 2008 e 2009 estive trabalhando apenas como freelancer, foi uma experiência ótima, durante este tempo pude notar algumas características que descrevo abaixo em dois grupos, vantagens e desvantagens. Claro que nem todas as vantagens ou desvantagens se aplicariam para todos, de acordo com suas expectativas de vida, as coisas podem parecer fora de lugar.

Eram poucos e bons os motivos que me levaram a me dedicar exclusivamente aos freelas, entre outros, poder escolher os trabalhos que faria e ter mais flexibilidade em sentido amplo. Neste post vou avaliar apenas o meu ponto de vista como freelancer, ignorando o ponto de vista da agência e muitas vezes apelando ao absurdo para expor um ponto de vista.

É evidente que se trata de uma visão resumida – até porque o post ficaria longo demais.

Das vantagens

Certamente uma das maiores vantagens de você ser freelancer é o horário. Claro que num dado momento você pode acabar se enforcando nas cordas da liberdade, é necessário muito controle e disciplina para não virar noites e acabar perdendo um pouco de sua vida social ou misturando o pessoal com o profissional.

Terça-feira, 3 da tarde e eu conversando sobre códigos, processos, livros e jobs com o Pedro Taranto, tomando cerveja e sem preocupações. Trabalhando numa agência, raramente isso seria possível, mas acontecia com frequência neste período.

Outra questão muito positiva são os valores, em geral você recebe pra fazer o que os outros não sabem – e pra isso você precisa mostrar que sabe fazer essas coisas e conquistar a confiança – ou o que não deu tempo deles fazerem. Tanto por um motivo quanto por outro, é justo que você receba mais que um funcionário regular receberia para executar tal tarefa, no fim das contas, se você conseguir estruturar sua vida, contatos e freelas direitinho, poderia – em teoria – trabalhar 1 semana e ter o valor acima da média salarial. Há questões, mas é possível.

Outro dos pontos mais bacanas é que você pode orientar os trabalhos que aceita afim de formar um portfolio que aponte para onde você quer ir. Ter um portfolio que abra portas é o melhor caminho para chegar onde você quer, o problema é conseguir este portfolio, afinal, todo mundo tem que começar de algum lugar.

Conheci muita gente neste período, vi a realidade de muitos lugares e aprendi muito, em especial sobre os processos. Tive que lidar com pessoas que tinham resistência pelo simples fato d’eu ser freelancer (explico na parte II) e fazia visitas a agências pelo simples prazer de conhecer as pessoas, os lugares e seus processos. Foi uma época boa.

Das desvantagens

Nunca tive problemas com prazos, não me lembro de ter furado um, porém, me incomodava e algumas vezes me atrapalhava muito a lentidão nos processos de aprovação e ajustes. O feedback pode se tornar muito, muito lento dependendo da estrutura da agência e do cliente que está sendo atendido. Isso é especialmente ruim porque você nunca sabe quando vem um pedido de ajuste, pode ser num ponto crítico de outro freela que você pegou por ter acreditado que o anterior tinha morrido.

Aprenda: Freelas não morrem!

Dia 15, 4 da manhã e eu insone; O pagamento do Freela sumiu… não veio, atrasou. Isso é improvável quando você trabalha numa agência. A insegurança é o que dá medo nos freelas, você pode ser bem relacionado, ter um ótimo trabalho, todo mundo gostar de você e de seu trabalho, mas um belo dia… não tem freela. Não houve job seja por uma conjunção astrológica,  pelo aquecimento global ou pela crise da economia. E aí?

Trabalho urgente e subestimado, código legado e bizarro, projeto desorganizado, e sem a mínima documentação, essas são características comuns em projetos onde chamam os freelancers, no fim das contas você passa mais tempo tentando entender o que foi feito e ajustando o que você completou que programando de fato.

Freelancers são sempre – ou quase sempre – taxados como “aquele inútil que atrapalhou minha vida”, pelo menos até você conseguir se estabelecer, fazer amizade e alinhar a forma de trabalho com a agência, mas pense, você não está alocado, não está naquela reunião de status onde localizam o problema, quem você acha que vai ser o culpado pela situação?

Esse ano tive uma lesão na coluna, como consequência, não pude trabalhar durante algumas semanas – que pra mim pareciam meses – acabei enrolando a vida de uma agência (muito obrigado pela paciência Bruno, Lula, B e Fabio), eu não tinha controle sobre isso, nem eles. No fim das contas tudo deu certo, estou relativamente melhor e o projeto seguiu seu caminho, mas isso é um problema grave! Imagine se você fica doente e não pode entregar um job… e mais, se você não trabalha, não recebe.

Se optar por ser freelancer, faça um plano de previdência!

Conclusão

É claro que você não pode simplesmente largar tudo e dizer que vai ser freelancer – na verdade, poder você pode, mas tem grande possibilidade de se enrolar todo – sem antes criar algum vínculo com agências/pessoas para se manter, mas vale a pena. A grande questão é, até que ponto você está disposto a investir tão a fundo sua energia em trabalhos geralmente parecidos e no isolamento de idéias?

Não se engane, a maior parte dos trabalhos mudam apenas em estética, técnicamente é sempre quase o mesmo.

Se você tem problemas de relacionamento com pessoas, ser freelancer é um ótimo caminho – para não enfrentar o problema, claro – se você precisa se abastecer de idéias, talvez não seja mais interessante considerar uma oportunidade de trabalho alocado.

O fato é que não existe uma verdade universal, não dá pra dizer qual “O melhor”, mas o que posso dizer com plena certeza é que ninguém desse mercado pode se realizar sem antes passar um tempo como freelancer e muito menos sendo só freelancer.

Categories: Idéias, Mercado, Review, Work Tags:

Respondendo ao analytics

August 1st, 2009 1 comment

Olhando os dados do Google analytics resolvi escrever um post respondendo as palavras-chave que trouxeram pessoas pro meu blog.

Como salvar o Bitmap de um MovieClip com ActionScript 3? (actionscript 3 salvar bitmap de um movie clip)

Não tenho certeza se entendi o que queriam dizer, mas vou colocar duas possibilidades

  • Como copiar o conteúdo de um MovieClip para um Bitmap:

<br />
var bmpdata: BitmapData = new BitmapData(mcOriginal.width, mcOriginal.height, false);<br />
bmpdata.draw(mcOriginal, null, null, null, null, true);<br />
var bmpCopy : Bitmap = new Bitmap(bmpdata, "auto", true);<br />

  • Como enviar isso para o cliente:

<br />
var jpgSource   : BitmapData    = new BitmapData (mcImg.width, mcImg.height);<br />
jpgSource.draw(mcImg, null, null, null, null, true);</p>
<p>var jpgEncoder:JPGEncoder = new JPGEncoder(100);<br />
var jpgStream:ByteArray = jpgEncoder.encode(jpgSource);</p>
<p>var header:URLRequestHeader = new URLRequestHeader("Content-type", "application/octet-stream");<br />
var jpgURLRequest:URLRequest = new URLRequest("download.php?name=img.jpg");<br />
jpgURLRequest.requestHeaders.push(header);<br />
jpgURLRequest.method = URLRequestMethod.POST;<br />
jpgURLRequest.data = jpgStream;<br />
navigateToURL(jpgURLRequest, "_self");<br />

Dessa forma você também pode salvar no servidor. Existe também um jeito mais simples de forçar o download da imagem usando o método download da classe FileReference.

Como carregar imagens  e deixar em cache?

Em alguns casos, o que eu acho mais simples é criar um Vector ou Array com as imagens que preciso e depois é só consultar o Array.

Como aumentar a performance do TweenLite?

Você pode tentar otimizar a engine, mas uma dica é evitar o uso de muitos tweens ao mesmo tempo.

Como me graduar sem estudar?

Ok, essa eu não sei responder.

Como conversar com programador?

Isso pode ser muito complicado, mas tente ser direto, lógico e falar apenas quando necessário, isso ajuda.

Qual a diferença entre public e private no AS3?

  • public: Pode ser acessado por qualquer classe;
  • private: Classes filhas podem acessar;
  • internal: Classes do mesmo pacote podem acessar;
  • protected: Classes filhas podem acessar e compartilhar;

Como jogar um MovieClip pra frente usando AS3?

<br />
setChildIndex(mc,numChildren-1);<br />

Sou graduando, colocar isso no curriculum?

Simples, diga qual o curso e o status (em curso).

Quem é Alexej Tykac?

Alexej é o responsável pelo 3D dos projetos online da Mitsubishi Motors e atualmente trabalha na Juice Comunicação (RJ).

E só pra fechar, a mais estranha; Devo ou não contar que gosto dele?

E por que não? Vai lá, conte sim!

devo ou não contar que gosto dele?

Índice VDM

July 27th, 2009 No comments

Acho que não precisa de explicação.

The Flash plugin is required to view this object.

Categories: Idéias, Mercado Tags: ,