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Meus 2 centavos sobre o Ipad

January 27th, 2010 2 comments

Depois de ver e ouvir comentários apaixonados e revoltados sobre o IPad, cheguei a conclusão que 140 caracteres não seriam suficientes para expressar minha opinião sobre o produto. Claro, se trata de especulação, como a opinião de todos, afinal, ninguém ainda teve a oportunidade de testar, tocar no tal produto.

Depois de ouvir “Esse troço vai revolucionar”, a primeira coisa que pude pensar foi, NÃO! O IPad não vai revolucionar nada. Sem Multitasking, sem abertura para o Flash Player e, claro, com o custo de US$499 + US$130 se você quiser conexão 3G se torna meio inviável a popularização, digo isso relacionado a realidade brasileira. Além disso, se alguém puder me explicar como um IPod tamanho XG pode revolucionar… eu agradeceria muito. Eu poderia colocar todas as minhas músicas nele? Posso jogar  games online ou poker pt.partypoker.com nele? O que há de tão incrível nisso? As pessoas falam tanto sobre isso que algumas vezes é difícil saber o que é verdade e o que é exagero.

Outra frase interessante foi, uma piada claro, “você vai falir, ele não aceita o Flash”. Ok, pra inicio de conversa, “Ah meu deus, o Ipad não lê flash!”(assim como o Iphone e Ipod), logo eu vou poder exibir meu conteúdo Flash em todos os outros dispositivos móveis? É, tenho um problema.

Vale lembrar também, que o Flash CS5 permite a compilação de arquivos IPA, ou seja, arquivos para IPod e IPhone, além disso, por favor, né? Aprender outra linguagem não é nada tão sofrível.

Em resumo, acho legal o lançamento, entendo a comoção em torno disso e o peso de algo apresentado pelo Steve Jobs, mas não, isso não vai impactar de maneira absurda como o IPod e IPhone fizeram. Sim, vai ser legal poder ver um vídeo num tamanho que você consiga ler a legenda se precisar, vai ser legal navegar ou ler um ebook num tamanho honesto, mas… e daí?

Realmente espero estar errado, mas sou cético quanto a toda essa revolução.

Update:

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Flash Camp Brasil

January 21st, 2010 No comments

Eu poderia descrever de muitas formas o evento, mas por fim, poucas palavras bastam pra completar tudo aquilo que já foi escrito. Certamente foi o melhor evento que presenciei e, quem diria, era especificamente para o público que utiliza o Adobe Flash.

Pra mim foi uma ótima experiência, apresentar uma modesta sessão, encontrar- finalmente – todos aqueles que sempre tive contato via msn, email e afins, conhecer um pessoal novo e alguns das antigas… Não tem preço. Neto Leal, Fabricio Manzi, Cássio Souza, Leonardo França, Miguel Moraleda, Felipe Cunha, Pedro Taranto, entre outras ilustres figuras estavam por lá.

Não me resta muito a comentar, muitos já escreveram e publicaram fotos e vídeos. Pra mim, basta agradecer – não só pela oportunidade de apresentar uma sessão, mas pelo evento como um todo – ao Demian por sua coragem de trazer algo deste porte para o Brasil e finalmente conseguir mobilizar tanta gente boa.

Agora é esperar o Flash Camp Brasil 2011!

Posts sobre o Flash Camp Brasil 2010:

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Intercon 2009

November 9th, 2009 1 comment

Acho que estive em umas 4 edições do Intercon, no final das contas sempre me arrependia, mas achava que no ano seguinte seria melhor (os anos ímpares são sempre melhores), os problemas variavam entre palestrantes péssimos, ar-condicionado e wifi que não funcionavam, problemas de áudio e brilhantes idéias que geravam situações constrangedoras – quem não se lembra da palestra sobre o Oracle que foi feita pra ninguém?

Ao contrário do que eu imaginava, esse ano o nível das palestras subiu, poucos foram os nomes repetidos e no geral as apresentações foram ótimas. Claro, pra variar eu não sabia o programa do evento e fui descobrindo pela expectativa do @ptaranto, @dpaola, @anaerthal, @lucasferreira e @taismoura.

A maior parte do tempo fiquei lá na criação, apesar de ter achado a apresentação do pessoal da Colméia “meia boca” e “mais do mesmo”, ainda assim deu pra tirar alguma coisa de lá, e pelo menos não foi só jabá. Me amarro no trabalho dos caras (tem como ser diferente?) mas começa a cansar ver sempre as mesmas caras de lá nos eventos, parece uma “empresa de 1 só pessoa”, sei lá.

A apresentação do Fábio Sasso foi sensacional, em especial depois que ele conseguiu ficar mais nervoso que no começo e tornou as coisas mais espontâneas. Ótimas histórias, honestidade no máximo nível e uma consistência absurda (apesar d’eu, @anaerthal e @taismoura termos levantado a placa vermelha para a parte do “planeje menos e faça mais”).

O case da Taxi.Labs foi bacana e não ficou no mero jabá, foi realmente uma mostra do que foi feito, como, porque, qual o caminho…. sem aquele sentimento de “eu sou foda” e com muito sentimento de orgulho.

Pra mim, o show mesmo foi a palestra do Sérgio Mugnaini, simplesmente sensacional, surpreendente. Não se trata de ter um show, fazer piadinhas ou qualquer coisa do tipo, mas foi a única palestra – que eu vi – que teve profundidade, embasamento e que realmente me surpreendeu por trazer uma abordagem completamente diferente do que eu esperava.

O evento teve lá os seus problemas, alguns que até entendo, outros que não dá pra aceitar. Faltar água para os congressistas!? Deus do céu, não pode, né!?

Já o Wifi não funcionar bem… acho que já estamos todos acostumados com isso, não tá certo, mas estamos acostumados.

Algumas observações

Senhores, o Cazé Peçanha não inventou o Gengibre, digo, claro que é o responsável pela parada e tem seu crédito, mas o serviço – que ainda é oferecido por outra empresa – existia meses antes do Gengibre. É preciso compreender a diferença entre criar, inventar, descobrir, copiar e se inspirar.

A escola do futuro será exatamente como era a 100 anos atrás, talvez mais acessível, com mais computadores, mas e daí? O que importa é que as escolas recebem as crianças cada vez mais cedo e assim, quando chegam nas faculdades são cada vez mais imaturas e incapazes de criar suas próprias opiniões, isso é uma bosta. É necessário mudar a essência e não o ferramental.

Resultado

Definitivamente o Intercon está caminhando, seguindo em frente – mas ainda acho que precisam aprender a ouvir as críticas, ano passado foi muito feio a defesa que fizeram, estavam errados e ponto, era melhor aceitar. Esse ano o Evento valeu muito a pena, sem dúvida nenhuma!

Rock

Freela – Os dois lados da moeda [Parte I]

October 7th, 2009 No comments

Durante um ano e meio, entre 2008 e 2009 estive trabalhando apenas como freelancer, foi uma experiência ótima, durante este tempo pude notar algumas características que descrevo abaixo em dois grupos, vantagens e desvantagens. Claro que nem todas as vantagens ou desvantagens se aplicariam para todos, de acordo com suas expectativas de vida, as coisas podem parecer fora de lugar.

Eram poucos e bons os motivos que me levaram a me dedicar exclusivamente aos freelas, entre outros, poder escolher os trabalhos que faria e ter mais flexibilidade em sentido amplo. Neste post vou avaliar apenas o meu ponto de vista como freelancer, ignorando o ponto de vista da agência e muitas vezes apelando ao absurdo para expor um ponto de vista.

É evidente que se trata de uma visão resumida – até porque o post ficaria longo demais.

Das vantagens

Certamente uma das maiores vantagens de você ser freelancer é o horário. Claro que num dado momento você pode acabar se enforcando nas cordas da liberdade, é necessário muito controle e disciplina para não virar noites e acabar perdendo um pouco de sua vida social ou misturando o pessoal com o profissional.

Terça-feira, 3 da tarde e eu conversando sobre códigos, processos, livros e jobs com o Pedro Taranto, tomando cerveja e sem preocupações. Trabalhando numa agência, raramente isso seria possível, mas acontecia com frequência neste período.

Outra questão muito positiva são os valores, em geral você recebe pra fazer o que os outros não sabem – e pra isso você precisa mostrar que sabe fazer essas coisas e conquistar a confiança – ou o que não deu tempo deles fazerem. Tanto por um motivo quanto por outro, é justo que você receba mais que um funcionário regular receberia para executar tal tarefa, no fim das contas, se você conseguir estruturar sua vida, contatos e freelas direitinho, poderia – em teoria – trabalhar 1 semana e ter o valor acima da média salarial. Há questões, mas é possível.

Outro dos pontos mais bacanas é que você pode orientar os trabalhos que aceita afim de formar um portfolio que aponte para onde você quer ir. Ter um portfolio que abra portas é o melhor caminho para chegar onde você quer, o problema é conseguir este portfolio, afinal, todo mundo tem que começar de algum lugar.

Conheci muita gente neste período, vi a realidade de muitos lugares e aprendi muito, em especial sobre os processos. Tive que lidar com pessoas que tinham resistência pelo simples fato d’eu ser freelancer (explico na parte II) e fazia visitas a agências pelo simples prazer de conhecer as pessoas, os lugares e seus processos. Foi uma época boa.

Das desvantagens

Nunca tive problemas com prazos, não me lembro de ter furado um, porém, me incomodava e algumas vezes me atrapalhava muito a lentidão nos processos de aprovação e ajustes. O feedback pode se tornar muito, muito lento dependendo da estrutura da agência e do cliente que está sendo atendido. Isso é especialmente ruim porque você nunca sabe quando vem um pedido de ajuste, pode ser num ponto crítico de outro freela que você pegou por ter acreditado que o anterior tinha morrido.

Aprenda: Freelas não morrem!

Dia 15, 4 da manhã e eu insone; O pagamento do Freela sumiu… não veio, atrasou. Isso é improvável quando você trabalha numa agência. A insegurança é o que dá medo nos freelas, você pode ser bem relacionado, ter um ótimo trabalho, todo mundo gostar de você e de seu trabalho, mas um belo dia… não tem freela. Não houve job seja por uma conjunção astrológica,  pelo aquecimento global ou pela crise da economia. E aí?

Trabalho urgente e subestimado, código legado e bizarro, projeto desorganizado, e sem a mínima documentação, essas são características comuns em projetos onde chamam os freelancers, no fim das contas você passa mais tempo tentando entender o que foi feito e ajustando o que você completou que programando de fato.

Freelancers são sempre – ou quase sempre – taxados como “aquele inútil que atrapalhou minha vida”, pelo menos até você conseguir se estabelecer, fazer amizade e alinhar a forma de trabalho com a agência, mas pense, você não está alocado, não está naquela reunião de status onde localizam o problema, quem você acha que vai ser o culpado pela situação?

Esse ano tive uma lesão na coluna, como consequência, não pude trabalhar durante algumas semanas – que pra mim pareciam meses – acabei enrolando a vida de uma agência (muito obrigado pela paciência Bruno, Lula, B e Fabio), eu não tinha controle sobre isso, nem eles. No fim das contas tudo deu certo, estou relativamente melhor e o projeto seguiu seu caminho, mas isso é um problema grave! Imagine se você fica doente e não pode entregar um job… e mais, se você não trabalha, não recebe.

Se optar por ser freelancer, faça um plano de previdência!

Conclusão

É claro que você não pode simplesmente largar tudo e dizer que vai ser freelancer – na verdade, poder você pode, mas tem grande possibilidade de se enrolar todo – sem antes criar algum vínculo com agências/pessoas para se manter, mas vale a pena. A grande questão é, até que ponto você está disposto a investir tão a fundo sua energia em trabalhos geralmente parecidos e no isolamento de idéias?

Não se engane, a maior parte dos trabalhos mudam apenas em estética, técnicamente é sempre quase o mesmo.

Se você tem problemas de relacionamento com pessoas, ser freelancer é um ótimo caminho – para não enfrentar o problema, claro – se você precisa se abastecer de idéias, talvez não seja mais interessante considerar uma oportunidade de trabalho alocado.

O fato é que não existe uma verdade universal, não dá pra dizer qual “O melhor”, mas o que posso dizer com plena certeza é que ninguém desse mercado pode se realizar sem antes passar um tempo como freelancer e muito menos sendo só freelancer.

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Intercon 2008, minhas impressões

October 26th, 2008 No comments

Ontem aconteceu o Intercon 2008, eu estive no de 2006 e não tinha gostado, mas ano passado o feedback foi ótimo, então, resolvi voltar pra ver no que dava. As minhas impressões são as seguintes:

Palestras

Positivo: Houve um cuidado muito maior com a escolha de temas e palestrantes, apesar de alguns erros que causaram inclusive um constrangimento enorme em um dos palestrantes, o nível foi melhor que em anos anteriores e que a média dos eventos deste tipo.

Finalmente fugiram – ou quase – do lugar comum, nomes já batidos e repetidos em todos os eventos. 

Negativo: Os problemas técnicos atrapalharam demais, muitas palestras perdiam o ritmo pelos problemas com o som e vídeo. Outro problema foi a falta de interação, faltou espaço para perguntas! Por conta disso, e do cansaço, muita gente dormiu.

 

Estrutura (esse foi o ponto crítico do evento).

Positivo: Auditório muito confortável.

Negativo: 

  1. Logo no começo do evento ficamos sem internet wifi – e assim continuou por todo o evento. 
  2. Os corredores pareciam caber menos pessoas que o número de participantes, logo, toda movimentação era sofrível! 
  3. Se fosse um show do Tim Maia, o técnico de som teria sido demitido.
  4. Se fosse do Caetano, ouviríamos o tradiciona “bota essa porra pra funcionar direito!”.
Sugestão:
  1. Com 60% dos participantes vindos de outro estado, talvez fosse interessante ter um guarda-volumes, tinha muita gente andando com mochilas/bolsas.

 

Formato

Particularmente gostei muito do formato, se tivesse dando tudo certo com o aúdio e vídeo, ficaria bem bacana, a única parte que não fez muito sentido, foi no final. Todos poderiam ter participado pelo Twitter, porém, sem internet ficou complicado.

Como já disse antes, faltou interatividade, a platéia praticamente ouviu e ponto. Zero de interação, perguntas e afins.

Achei meio esquisito também a organização não se prender ao programa do evento, no fim das contas, tudo aconteceu meio corrido, algumas coisas pareciam improvisadas.
 

Conclusão

Pra mim, foi um evento médio. Tentou a sorte criando algo novo e quase acertou, mas foram muitos problemas técnicos, muitos!

Pessoalmente valeu a pena, conheci a Ana Erthal, Beto Largman além de ter reencontrado o Bruno Torres depois de quase 2 anos sem vê-lo, Roberto Cassano (o Obi-Wan da web), Bruno Dulcetti (O modafoca), Lucas Ferreira entre outros.

Das palestras que vi, gostei muito da do Alexandre Bessa, Sergio Mugnaini e Ariel Alexandre, o que pra mim é um recorde num evento que atinge um público tão diverso.

Gosto do trabalho dos caras do Imasters, fico triste pelo evento não ter ficado 100%, mas certamente foi uma evolução com relação aos outros.

O esforço para fazer um evento deste tipo deve ter sido monumental, espero que nos próximos eles tenham mais sorte.

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[Resenha] Open Source Flash Development

October 15th, 2008 No comments

Recebi há alguns dias o livro The essential guide to open source Flash Development. Confesso que quando vi o tema, achei que seria uma perda de tempo parar e ler, mas tive uma ótima surpresa.

Além de falar sobre as engines/frameworks, ainda dá uma visão bem interessante sobre o mundo do Open Source relacionado ao Flash e ótimas dicas sobre o Workflow quando se usa uma dessas opções Open Source.

O livro trata de AS2 e AS3 e começa dando um overview nas ferramentas, engines e tecnologias disponíveis, além de mostrar quais são as iniciativas da Adobe em relação a este mundo.

MTASC, ASDT, Ant, Papervision, Red5 e AMFPHP são apenas alguns dos pontos cobertos por este livro. E por aí você já consegue ver que ele realmente é bem interessante.

Ok, vamos por partes:

Capítulo 3

Neste capítulo você aprende a instalar as ferramentas e configurá-las de maneira que possam trabalhar juntas. Por exemplo, como fazer o FlashDevelop compilar usando o MTASC. Apesar de ser longo e falar de muitas possibilidades, não acredito que você vá querer pulá-lo, nele você encontra muitos detalhes e dicas.

Acho que um detalhe que faz grande diferença neste capítulo é que tudo é mostrado usando o Linux, PC e OS X.

Capítulo 4, 5 e 6

Nestes capítulos você aprende a integrar seu trabalho com o dos Designers, como testar e distribuir o resultado do projeto.

Destaque para a ótima descrição do Unit test e para o fim do capítulo 6, onde é mostrado como usar o Screenweaver.

Capítulo 7 – AMFPHP

Aqui você encontra tudo que precisa saber sobre o AMFPHP. Suas vantagens, como instalar, configurar, preparar seus primeiros serviços e como debuggar.

Em várias agências por onde passei, tentei convencer a equipe de TI a usar o AMFPHP no lugar do tráfego de XML, no entanto, sempre houve muita resistência, quem sabe ao ler esse livro, não percam o medo de algo tão útil e simples de usar.

Capítulo 10 – Open Source Animation Tools

Este certamente é dos capítulos mais delicados, afinal, com tantas engines de animação, é sempre difícil escolher uma delas. As que são abordadas com mais enfase no livro são Fuse e GoASAP.

Confesso que passei rápido por este capítulo, é tudo muito interessante, mas acho que a princípio não troco a TweenLite por nenhuma.

Capítulo 11 – Papervision3D

Cobre o básico do Papervision3D e é uma boa para os iniciantes, mostra com clareza o que é e como usar:

  • Scene
  • Viewport
  • Renderer
  • Cameras
  • Materials

Além de mostrar superficialmente Shaders e Collada. Com o livro você consegue entender como baixar os arquivos usando o SVN e constrói um pequeno exemplo.

Capítulo 12 e 13 Red5

Para mim, os melhores do livro.
No capítulo 12 você aprende a história do Red5, como instalar e configurar. Já no 13 você cria aplicações seguindo um tutorial bastante rico.
Em resumo, acho um dos mais interessantes livros que li nos últimos tempos, muito bem escrito – não podia ser diferente, tem a participação de Chirs Allen, John Grden, Andy Zupko, entre outros.
Entra, sem dúvidas pra lista de livros que você tem que ter!

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